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Notícias

15/09/09.
Toneladas de sardinhas aparecem mortas no MA.


Toneladas de sardinhas apareceram mortas nesta terça-feira (15), em São José de Ribamar (MA), onde a maioria dos moradores vive de pesca.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) acredita que a morte dos peixes é uma ação criminosa de pescadores, que podem estar usando veneno para pegar apenas os peixes maiores.





14/09/09.
Ministro da Pesca defende a adoção do pescado na merenda escolar.


Altemir Gregolin visitou o Centro de Pesquisa em Gastronomia da Anhembi Morumbi e ressaltou a importância de receitas baratas e práticas.

Altemir Gregolin, ministro da Pesca e Aquicultura, defendeu nesta quarta-feira (09.09) a inclusão do pescado nas 37 milhões de refeições que são servidas por dia na merenda escolar de todo o País, assim como a capacitação das merendeiras para execução de novas receitas com pescados. “Gostaria que o pescado fosse incluído nas refeições escolares”, disse. Gregolin admitiu que o peixe ainda é um item caro para o bolso do brasileiro, mas ressaltou a importância do desenvolvimento receitas mais baratas e de fácil preparo. O peixe é fonte de vitaminas A, B e D, além de minerais como cálcio e fósforo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é recomendável o consumo mínimo de 12 quilos de pescado per capita/ ano. No Brasil ele não passa de 6,8 quilos. 

As declarações foram feitas em sua visita em São Paulo, na Universidade Anhembi Morumbi por ocasião do lançamento da 6º Semana Nacional do Peixe, promovida pelo governo federal. Gregolin conheceu o Centro de Pesquisa em Gastronomia Brasileira da Anhembi Morumbi onde professores e alunos se colocaram à disposição para desenvolver um receituário de acordo com suas instruções. Durante a visita à Universidade, o ministrou provou o prato com costela de tambaqui e elogiou as iniciativas da instituição para pesquisas que valorizam a culinária regional e produtos brasileiros, como os vários tipos de farinha de mandioca e a própria mandioca. “Testamos para esta Semana do Peixe diversas receitas no laboratório do Centro de Pesquisas em Gastronomia Brasileira da universidade para oferecer receitas saborosas e práticas, que possam ser incluídas facilmente no cardápio dos paulistanos. A variedade de pescado vai de costela de tambaqui a camarão cinza, passando por tilápias, pirarucu, camarão grande, beijupirá, entre outras”, declarou o coordenador do Centro de Pesquisa em Gastronomia da Anhembi Morumbi, Ricardo Maranhão.


Fonte: RP1 Comunicação





31/08/09.
A sardinha está de volta.

Se há um ano a palavra de ordem entre especialistas era colapso, hoje já há quem arrisque falar em abundância de sardinha no País. Em outras palavras, o peixe mais popular do Brasil está de volta e a expectativa de captura para este ano está em torno de 70 mil toneladas, conforme o Grupo de Estudos Pesqueiros (GEP) de Itajaí (SC), que acompanha em tempo real a pesca da sardinha naquele estado, considerado o maior produtor do Brasil. "Até o momento não existe indicação de queda na produção (do País)", avalia o oceanógrafo e professor da Universidade do Vale do Itajaí, que integra o GEP, Paulo Ricardo Schwingel.

A estimativa positiva pode ser comprovada pelos números do Terminal Pesqueiro Público de Santos (TPPS). Levando em consideração apenas a primeira safra do ano (antes do defeso no inverno), o aumento na quantidade de sardinha foi de mais de 200%. Enquanto entre fevereiro e junho de 2008 o equipamento santista recebeu 1.300 toneladas do pescado, no mesmo período deste ano o total registrado foi de 4.100 toneladas.

No entanto, nos últimos dois anos o desembarque de sardinha no TPPS foi bem maior na segunda safra (em 2007 o aumento de captura na comparação dos dois períodos foi de mais de mais de 125%; em 2008, de mais de 400%). Se a tendência se confirmar, o resultado pode ser uma produção maior do que a do ano passado, que ficou em quase 8.500 toneladas. O número, apesar de bom e surpreendente (uma vez que todas as estimativas eram pessimistas) foi menor do que o registrado no equipamento santista em 2007: 9.200 toneladas de sardinha.





26/08/09.
Balneário Camboriú iniciará monitoramento da Pesca Artesanal.


Um projeto inédito e pioneiro para Santa Catarina está sendo colocado em prática em Balneário Camboriú. Com o objetivo de criar políticas públicas para o setor da pesca artesanal, o projeto que irá monitorar a atividade começa a ganhar força, através da seleção de monitores. 

Serão escolhidas 82 pessoas para realizar o trabalho na costa catarinense que, até então, é realizado apenas na pesca industrial. O serviço, resumidamente, será o de realizar o levantamento estatístico de toda a atividade, fazer todas as anotações que irão dar característica à pesca artesanal no Estado. O projeto é resultado de um convênio (nº 064/2008) entre a Epagri - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina e a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca – SEAP. Os admitidos não terão vínculo empregatício com a Epagri, e o contrato valerá por 13 meses, prorrogáveis pelo mesmo período.






26/08/09.
Ministério da Pesca lança campanha para aumentar consumo de pescado.

Agência Estado
Por AE

São Paulo - O Ministério da Pesca e Aquicultura lança na terça-feira a Semana do Peixe 2009. A campanha, com o apoio do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tem o intuito de incentivar o consumo de pescado em todo o País. Serão distribuídos 70 mil cartazes para serem afixados em bares, restaurantes e supermercados participantes da semana. As informações são da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde.

A campanha se destina a mostrar os benefícios do consumo do peixe para a saúde, além de orientar os consumidores sobre o que observar na hora da compra. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o consumo de pescado para cada pessoa seja de 12 quilos por ano. No Brasil, essa medida está por volta de 7 quilos por ano. O Ministério da Pesca e Aquicultura tem por objetivo chegar a 2011 com um consumo médio de nove quilos por ano por habitante.

AE
 
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